João Paulo Vergueiro

Sou pai de duas meninas, uma de dois e outra de quatro anos. Por isso, pela paternidade recente, orientei minha doação para organizações que atuam para fazer com que crianças necessitadas possam ter o mesmo amor e carinho que ofereço às minhas filhas. É impossível, como pai, sequer pensar que outras crianças não possam ter a mesma coisa, pois é tão pouco, mas tão importante para elas. Crianças são puras, são anjos, e não podem e nem devem sofrer ou não ter acesso ao que é mais importante para um desenvolvimento saudável, feliz e afetivo. Por isso, orientei minha doação para organizações brasileiras e internacionais que atuam com crianças, oferecendo a elas melhores condições de vida e futuro.

Doar faz bem. Sentimo-nos contribuindo para transformar o país, mudar o mundo. Ao mesmo tempo, tem seu lado frustrante. Mesmo doando – seja o recurso grande ou pequeno – não somos capazes de mudar o mundo sozinhos. Precisamos de mais, precisamos de parcerias, alianças, e mais doadores. Para a família, doar tem que ser cultural. Tem que ser algo que faz parte do dia-a-dia, tanto o processo de escolha das organizações que vão receber o apoio como também o acompanhamento do trabalho por elas realizado. O doador completo não apenas transfere o dinheiro, mas também se interessa pelo impacto que ele está trazendo para a sociedade. Em particular, sou Presidente da ABCR, que é a Associação Brasileira de Captadores de Recursos. O captador é o profissional que está dentro da organização planejando em como será feito o pedido de doação, e é fundamental para garantir a transformação social, pois é ele que viabiliza os recursos para os projetos. Penso – e defendo – que o captador tem que viver a doação também, tem que se comprometer com causas que acredita, e ter a sensibilidade para entender o que pensa um doador. Por isso, tem que doar.

Meu nome é João Paulo Vergueiro e sou administrador. Presido, de forma voluntária, a ABCR – Associação Brasileira de Captadores de Recursos, e sou também Gerente de Comunicação do IDIS e professor de responsabilidade social corporativa na FECAP. Além de ser voluntário em algumas organizações e atividades. Desde sempre trabalhei na área pública ou terceiro setor, tendo sido líder estudantil quando na faculdade.

Doar é ter influência na transformação do mundo. É oferecer à sociedade um pouco daquilo que recebemos dela: oportunidades. Doar é transformar em gestos concretos o amor ao próximo.

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